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Johnson & Johnson: Experimento com amianto em presidiários vem à tona

uma seringa cheia em um balcãoIn 1971, Johnson & Johnson (J&J) funded a study that injected 50 prisoners in Pennsylvania with asbestos. The purpose behind the study was to study the effect that talc and asbestos has on human skin and the differences between asbestos and talc. Talc is the main ingredient in their infamous baby powder and often contains asbestos naturally.

A J&J defende seu estudo afirmando que este teste era aceitável para a época. Um porta-voz da J&J afirmou que “na altura destes estudos, há quase 50 anos, testes desta natureza entre este conjunto de coorte eram amplamente aceites, incluindo por investigadores proeminentes, empresas públicas líderes e pelo próprio governo dos EUA”.

The experiments were performed by a University of Pennsylvania dermatologist, Albert Klingman at Holmesburg Prison. Testing was funded by Dow Chemical and the U.S. Government. 44 of the 50 inmates experimented on were African American. They were paid between $10 and $300 to agree to the experiment.

Os presos foram injetados com tremolita, amianto crisotila e talco. As injeções de crisotila causaram granulomas durante o teste. Granulomas “podem ser um indicador de doença pulmonar ou outras doenças ligadas à exposição ao amianto”, afirmou David Egilman, professor de medicina da Brown University, durante seu depoimento como especialista em demandantes em um julgamento contra Klingman.

Kligman morreu em 2010 e nunca reconheceu qualquer irregularidade. “A minha utilização de prisioneiros pagos como sujeitos de investigação nas décadas de 1950 e 1960 estava em conformidade com o protocolo padrão desta nação para a realização de investigações científicas na altura”, disse ele ao Baltimore Sun em 1998.

 

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